Liga Socorrense de Capoeira usa Tribuna Livre da Câmara e cobra apoio do Executivo aos projetos sociais

17 nov
Por: David 0 0

Liga Socorrense de Capoeira usa Tribuna Livre da Câmara e cobra apoio do Executivo aos projetos sociais

A sessão desta quinta-feira 17 de novembro atendeu solicitação da Liga Socorrense de Capoeira através da diretora de comunicação Claudionora Soares Carneiro Lins que usou a Tribuna Livre da Câmara para explanar sobre a semana do Capoeirista de Socorro que acontece sempre nos seis dias que antecedem ao 30 de novembro, criado através da Lei 953 de autoria do vereador Carlos Cunha

A capoeirista iniciou seu pronunciamento falando no surgimento da capoeira em 1917 praticada por escravizados africanos, com a mistura de dança, luta e música. Era a forma que os escravizados encontravam de diminuir saudade das terras africanas. O Nome capoeira vem simbolizada através da vegetação rasteiras comuns nos campos e pradarias onde era praticado a Capoeira.

Em 16 de junho de 2008, a capoeira foi tombada pelo IPHAN e foi incluso o oficio de Mestres de Capoeira que entrou no Livro dos Saberes e a Roda de Capoeira no Livro de Formas de Expressão.

Em 27 de novembro de 2014 a UNESCO reconheceu a Roda de Capoeira como Patrimônio Imaterial Humano. A capoeira já está em mais de 150 países e é uma forma de transformação e socialização como luta, dança, condicionamento físico e tratamento para elevação da autoestima.

Depois de sua explanação sobre a Capoeira, Claudionora Lins, pediu apoio dos parlamentares para que o executivo cumpra a Lei 953 de 2012 de autoria do vereador Carlos Cunha e vice-presidente da Câmara que foi aprovada pela Câmara. A Lei diz que os eventos de Capoeira serão organizados e promovidos pelo executivo municipal juntamente com as personalidades ligadas a Capoeira com criação de uma comissão organizadora para elaborar os eventos do gênero na semana da capoeira. “Infelizmente esta lei não é cumprida em nenhum de seus itens porque há um monopólio por parte das secretarias e só os que estão lá dentro é quem tem direito ao acesso aos projetos da prefeitura. Nós temos cinco grupos constituídos dentro da |Liga Socorrense de Capoeira, mas nunca tivemos um projeto social aprovado. A verba existe, mas se sabe como são aplicadas”, denunciou a capoeirista.

A representante dos capoeiristas disse ainda que foram criados Sistema Municipal de Financiamento a Cultura – CMFC, Conselho Municipal de Política |Cultura CMPC para poder fiscalizar onde estão sendo aplicadas as verbas. “A Secretaria da \Cultura informa que não têm verbas próprias, mas uma parte da LOA – Lei Orçamentaria Anual – determina um pequeno percentual de 5% para cada território que apresente seu projeto social. Então senhores eu peço mais uma vez a vocês que nos dê a oportunidade de fazer essa ponte entre a |Liga e o poder executivo e acabar com este monopólio que já existe há sete anos”, encerrando seu pronunciamento.

Ascom1

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